O físico brasileiro Hugo Luna fez um estudo sobre a bomba que Ronny deu em um jogo entre Sporting e Naval, no Campeonato Português. Segundo o especialista, a cobrança de falta do lateral-esquerdo chegou a 222 km/h. Pasmem, a bola levou cerca de 28 centésimos de segundo para percorrer uma distância de 16,5 metros. Cálculos matemáticos a parte, o fato é que a bola sofreu até uma deformação. Imaginem só se essa bomba pega em alguém?
Beijocas pasmas,
Agente TT
2 comentários1 de Dezembro de 2006 às 14:38Agente TT
Fofoquinha dos bastidores da redonda. Dizem que David Beckham cansou da vida de boleiro e que o negócio agora é ser cartola. Como assim? Eu explico: o astro inglês pode fazer sociedade com Malcolm Glazer, proprietário do Manchester United, para comprar o clube americano Los Angeles Galaxy. A oferta é de cerca de US$ 20 milhões (aproximadamente R$ 55 milhões) e, se a compra for efetuada, o nome do Galaxy seria o mesmo que o do time britânico. Original, não?
Ops! Muita gente finge que faz exercícios na frente da TV, né? Mas os dias dos molengas de plantão estão contados: o Entertrainer é uma espécie de frequencímetro, mas um pouco mais rigoroso: ao perceber uma diminuição da freqüência cardíaca do usuário, ou seja, que o ritmo dos exercícios está caindo, diminue o volume da televisão. E ainda: se a freqüência cardíaca não aumentar, a TV chega até a desligar. O personal trainer carrasco custa 150 dólares.
Olha só… Um sósia do líder da rede terrorista Al Qaeda, Osama bin Laden, protestou contra o aumento da passagem de ônibus na Praça Ramos, Centro da capital paulista.
Flávio Leandro Rocha, que se apresenta como “Bin Laden Brasileiro da Paz”, tinha como “arma” de protesto apenas uma nota de R$ 1. “A passagem do ônibus deveria custar menos de R$ 1 por causa das más condições dos ônibus. Tem muitos cobradores mal educados”, reclamou.
Ahhh, o Osama made in Brazil fez questão de revelar que é corintiano roxo.
Um novo estilo de videoclip ganha destaque na internet. Um grupo de pessoas vai a uma loja de fast food e “canta” o pedido no drive-thru. Há diversas versões, uma das mais divertidas é o rap do Big Mac (abaixo). Agora, cantar o gingle “dois hambúrgueres, alface, queijo, molho especial, cebola e picles num pão com gergelim” ficou tão fora de moda.